Os caminhos do Guará

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Em 1969, quando o Guará foi inaugurado, o Distrito Federal era bem diferente do que conhecemos atualmente. Grandes cidades como Ceilândia, Samambaia e Águas Claras não existiam, o Plano Piloto – mesmo já bastante urbanizado – ainda era um imenso canteiro de obras, com várias quadras e prédios públicos sendo construídos. Não havia sequer semáforos em Brasília, que só começaram a ser instalados alguns anos depois devido ao aumento do tráfego de veículos. As Estradas-Parque, por sua vez, idealizadas por Lucio Costa com inspiração nas parkways norte-americanas – rodovias cercadas por bonitas paisagens e muito verde – estavam sendo implantadas a todo vapor. A EPTG (Estrada-Parque Taguatinga) caminhava em seu processo de urbanização, com vários trechos asfaltados e muitos eucaliptos em plantação. A EPGU (Estrada-Parque Guará) também começava a ser planejada e logo se transformaria em importante via de acesso ao Guará I e II.

EPTG (Estrada-Parque Taguatinga) – 1972

Mas naqueles primeiros anos, apesar da proximidade do Plano Piloto, o transporte público para o Guará ainda era precário. Poucas linhas de ônibus entravam na cidade e muitos moradores enfrentavam longos caminhos a pé até suas residências, como lembram até hoje diversos pioneiros. Felizmente, com o passar do tempo, tudo foi mudando drasticamente. O Guará cresceu, se desenvolveu e passou a abrigar uma população com grande poder aquisitivo e alta escolaridade, atraindo um comércio sofisticado, gastronomia de ponta e muitas opções de lazer. EPTG e EPGU se tornaram suas principais vias de acesso, tanto para o transporte particular, como coletivo. A EPTG, em particular, acompanhou o crescimento e a importância das comunidades ao seu redor, ampliando-se e ficando mais moderna ao longo dos anos. A maior modificação aconteceu entre 2009 e 2010, quando foram erguidos ou reformados cinco viadutos e a pista passou a contar com quatro faixas em cada um dos sentidos, com uma delas reservada para ônibus. Duas vias marginais e 16 passarelas também foram construídas. Tudo para dar mais segurança e mobilidade aos usuários da via. Já em 2021 foi anunciado pelo GDF a criação de um novo bairro nas proximidades: o Setor Habitacional Jóquei Club, em uma área de 252 hectares em frente a Vicente Pires, entre a EPTG e a Estrutural. E, a partir daí, certamente virão mais melhorias e modernização nos acessos próximos, facilitando a vida do morador do Guará e cidades adjacentes.

Metrô e outros meios

A configuração dos caminhos ao Guará ganhou um novo capítulo em 1998, com a inauguração da Estação Feira do metrô, situada próxima à movimentada Feira do Guará e à Administração Regional da cidade. O transporte, que era novidade no Distrito Federal, tornou os deslocamentos para a cidade bem mais fáceis e livres do trânsito das principais vias urbanas. Em 2010, uma nova estação foi inaugurada: a Estação Guará, situada entre as estações Arniqueiras e Feira.

Estação do Metrô, Guará- DF – Foto: Natália Ribeiro/Flickr

Atualmente, além dos transportes por carro, ônibus ou metrô, ganha cada vez mais força no Guará os deslocamentos feitos por bicicletas e outros veículos não motorizados. A cidade já conta com mais de 20km de ciclovias e, em breve, terá à disposição dos moradores a ciclovia da Avenida Central do Guará II, que está em construção. Uma coisa é certa: seja qual for o meio de transporte utilizado, conhecer de perto as belezas e particularidades do Guará, com seus parques, feiras e comércios, é um programa imperdível que só vai fazer você se interessar mais por essa cidade que conta com muita história e uma das melhores qualidades de vida do Distrito Federal.

EPTG – Foto: Divulgação/CEB

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