A hora certa de investir em um imóvel na planta chegou: conheça as vantagens dessa modalidade

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Com alta nos juros, escalada inflacionária e perdas no mercado financeiro, investir em um imóvel na planta é a melhor decisão para quem busca segurança patrimonial de longo prazo.

Um dos temas mais recorrentes, quando o assunto é o cenário econômico brasileiro, que, neste momento, passa por um período de turbulências, com aumento de juros e escalada inflacionária persistente, combinados com um cenário internacional de muita instabilidade, ainda sob os reflexos da pandemia e sobretudo, da guerra na Europa,  sem dúvidas é, como e aonde investir as reservas financeiras, manter sua rentabilidade e o seu poder de compra e ainda, proteger o patrimônio, diante dos desafios de uma economia cada vez mais instável e hostil aos investimentos financeiros,  como podemos observar na bolsa de valores, o Ibovespa, que acumula perdas de quase 30% nos últimos 12 meses. E, dentre as alternativas, sem dúvidas, o investimento na aquisição de um imóvel na planta é uma das mais procuradas e questionadas neste momento.

Neste artigo, vamos te ajudar a entender melhor essa modalidade de compra e como ela pode garantir a segurança patrimonial no longo prazo, ao proteger suas reservas e garantir o retorno financeiro esperado, em meio às turbulências do mercado financeiro atual.

Mas, afinal, o que é um “imóvel na planta”?

O chamado “imóvel na planta” é, na verdade, um termo popularmente utilizado no mercado imobiliário em geral, para definir a modalidade de compra de imóveis adquiridos junto à uma construtora ou incorporadora. A Incorporação Imobiliária, no direito brasileiro (Lei 4.591 de 16/12/1964), é o nome dado ao conjunto de atividades exercidas com a finalidade de construir ou promover a construção de edificações ou conjunto de edificações, bem como a sua comercialização, total ou parcial, compostas de unidades autônomas que, em seu conjunto, formam um condomínio. Uma Incorporação Imobiliária é, portanto, composta por três elementos essenciais:

  1. O Terreno: a área destinada à construção do empreendimento;
  2. A Incorporadora: em geral, a empresa que se responsabilizará pelo planejamento, gestão e entrega, dentro de prazo, preço e condições determinadas, das obras concluídas, aos futuros moradores adquirentes das unidades autônomas;
  3. A Construtora: Responsável pela execução do projeto dentro das condições e prazos estabelecidos pelo contrato de Incorporação.

Uma vez atendidas as normas previstas em lei, a aprovação do projeto junto aos órgãos competentes e o devido R.I – registro do memorial de incorporação junto ao cartório de registro de imóveis, a Incorporadora já poderá comercializar as unidades autônomas do empreendimento, por meio de contrato de promessa de compra e venda, dando início também às obras que, ao final do prazo estabelecido, deverá ser entregue aos devidos proprietários, que formarão o condomínio do empreendimento.

E porque investir em um imóvel na planta neste momento é a melhor escolha?

A resposta a esse questionamento contempla três aspectos essenciais que estão presentes em toda decisão de compra de um imóvel na planta:

  1. A conquista do imóvel dos sonhos, de maneira planejada e facilitada:

A conquista do imóvel ideal é uma das jornadas mais importantes da vida de um brasileiro. Um planejamento que envolve decisões complexas que vão desde questões subjetivas, tais como, segurança, preferências e estilo de vida, até questões mais objetivas, tais como localização, padrão construtivo e, principalmente, aquelas de ordem econômica e financeira, por se tratar, muitas vezes, de um investimento pra vida inteira. Poder escolher o imóvel ideal, de forma antecipada e totalmente planejada, que melhor se encaixe às expectativas e necessidades de toda a família, tanto em relação à localização e ao projeto arquitetônico, com ambientes e plantas mais otimizadas, reversíveis, inteligentes e funcionais, quanto aos diferenciais de acessibilidade, segurança, processos construtivos, lazer e inovações tecnológicas, que agregam modernidade, conforto , momentos de convívio familiar e economia ao estilo de morar e viver, em uma cidade como Brasília e ainda, poder fazer essa escolha, viabilizando um cronograma de pagamentos e antecipações, durante o período de obras, até o recebimento das chaves, que melhor se encaixe ao orçamento familiar, é o sonho de todos que buscam investir em um imóvel pra vida inteira.

Perspectiva fachada principal – Residencial Turmalina – 04 suítes – SQSW 500 – Setor Sudoeste
Planta do Apartamento de Meio do Residencial Turmalina, no Sudoeste – Opção com reversibilidade e cozinha gourmet
Showroom de revestimento e diferenciais construtivos – Central de Vendas Emplavi – Setor Noroeste

 

  1. Investimento em imóvel na planta X Investimento mercado financeiro:

Muito se comenta sobre essa relação, muitas vezes antagônica, entre mercado financeiro e mercado imobiliário. O cerne dessa discussão está na leitura que o investidor, seja ele, o analista profissional do mercado de capitais, o gerente do banco ou mesmo aquele parente ou amigo que está começando a investir na bolsa de valores faz dos dois cenários, optando ao final, pelo investimento que, na visão dele, é a melhor alternativa.

O maior exemplo dessa realidade é o que acontece, por exemplo, na IBOVESPA que acumula perdas na ordem de 30% nos últimos 12 meses, somada à inflação do mesmo período, segundo dados levantados pelo Valor data:

“Se tivesse sido corrigido pelos 12,04% do IPCA-15 desde junho de 2021, o índice estaria em 142 mil pontos em vez dos atuais 100.764 mil pontos. Aliás, se tivesse seguido os bons ventos desde o pico, há pouco mais de um ano, quando atingiu 130 mil pontos, a inflação teria elevado os ganhos para 146 mil pontos ”calcula o Valor Data.

Fonte: Valor Econômico

Um outro exemplo, e o mais relevante neste momento, é o que estamos acompanhando em relação à taxa básica de juros – Selic – que se encontra atualmente em um patamar muito elevado, de 13,25% ao ano. Neste cenário, as aplicações em fundos de renda fixa, por exemplo, podem se tornar uma alternativa tentadora para quem está buscando se proteger da inflação, manter o poder de compra e negociar a compra futura de um imóvel, quando ele estiver pronto, daqui 2 ou 3 anos, a um preço mais vantajoso à época.

No entanto, a conta mais importante, e que geralmente não é feita, é: quanto este imóvel poderá estar custando daqui 2 ou 3 anos, quando ele estiver pronto? A verdade é que a variação do INCC (índice Nacional da Construção Civil) dos últimos 12 meses, somada à variação real dos principais insumos da construção civil, tais como alumínio, aço e cimento, comodities cotadas em dólar no mercado internacional e altamente impactadas pela COVID-19 e pela guerra na Ucrânia, foram na ordem de 42%, ou seja, 30% maior que a variação do IPCA (Inflação) e do próprio INCC no mesmo período.

Embora essa diferença esteja sendo absorvida, neste momento, pelo setor da construção civil, em algum momento, nos próximos meses, essa diferença deverá ser, sistematicamente, repassada para o valor real dos imóveis novos, principalmente levando em consideração a demanda que continua acelerada, em detrimento do número de novos lançamentos que voltou a diminuir, sobretudo para esta reta final de 2022.

Por outro lado, quem tem reserva neste momento para antecipar os aportes financeiros, durante a construção, poderá usufruir de descontos especiais, comumente chamados de “Taxa de atratividade”, tornando o investimento ainda mais vantajoso, dependendo do tempo que ainda falta para entrega do imóvel negociado.

Em resumo, o cenário é de que, nem a inflação, nem a atualização do INCC, serão suficientes para compensar a defasagem atual do valor dos imóveis novos. Quem comprar agora e ainda tiver recursos para antecipar valores durante o período de obras, além de uma condição muito vantajosa na compra, vai conseguir fugir das atualizações financeiras do período (INCC + correção no valor real do imóvel) e ainda ganhar na valorização imobiliária no longo prazo, o que faz, deste momento, uma janela muito atrativa para se investir da compra do imóvel na planta.

3.O futuro: a valorização imobiliária, a solidez e a segurança patrimonial 

A melhor notícia, no entanto, ainda pode estar por vir: a valorização que o imóvel na planta pode ter durante o período de obras. Muitos são os fatores que podem acelerar essa valorização, tais como localização, tipologia, padrão e diferenciais construtivos, itens de lazer, vizinhança, bem como as variáveis econômicas e de mercado que estão sempre impactando o mercado imobiliário, como vimos no item anterior.

Dentro desse contexto, depois de pronto, o imóvel na planta poderá acumular uma valorização superior se comparado aos valores desembolsados pelo investidor durante o período da construção, uma vez que esses valores estão sujeitos apenas às variações do índice setorial (INCC) que, na maioria das vezes, não acompanha a valorização que o imóvel agrega no mesmo período. Um exemplo disso é o novo bairro de Brasília, o Setor Noroeste, que atualmente é o bairro com o maior potencial de valorização nos próximos anos, uma vez que a demanda para esse que é o primeiro bairro ecológico do Brasil é cada vez maior e, o valor do m² ali, ainda está abaixo dos valores do m² de imóveis novos em outros bairros nobres do Plano Piloto, tais como a Asa Norte.

Principais cuidados na hora de escolher o “imóvel na planta” dos sonhos

Finalmente, é importante ressaltar mais uma vez que, a idoneidade, o histórico de solidez, segurança e qualidade construtiva da Incorporadora responsável pelo empreendimento, é fator determinante para o sucesso de qualquer projeto que tenha como objetivo a conquista do imóvel na planta ideal, garantindo assim, no longo prazo, não apenas o melhor investimento mas, acima de tudo, a segurança patrimonial almejada

Assim, é de fundamental importância que a decisão de compra de um imóvel na planta seja precedida de uma criteriosa pesquisa sobre a Incorporadora responsável pelo empreendimento, a sua saúde financeira, seu histórico, as obras que já entregou e sobretudo o compromisso que ela comprovou ter com os seus clientes e com a cidade em que desenvolveu seus empreendimentos no decorrer de sua história.

Finalmente, a compra de um imóvel na planta pode representar o maior e o mais importante negócio de uma vida inteira. É uma relação duradoura entre comprador e Incorporadora e que, portanto, deverá ser permeada de toda confiança e segurança possível para o bom andamento dessa longa jornada até a realização do sonho de morar no imóvel da sua vida.

Emplavi: Há 40 anos construindo histórias felizes

A Emplavi, Incorporadora líder no segmento imobiliário de alto padrão, com a maior e mais diversificada oferta em imóveis de alto padrão, nas melhores localizações do Distrito Federal,  com 40 anos de história e mais de 30 mil imóveis entregues, é uma empresa genuinamente brasiliense que desde 1982  evolui com Brasília, no planejamento, comercialização, construção e entrega de imóveis que priorizam a segurança, o conforto e a qualidade de vida de seus clientes, fruto de uma perfeita sintonia entre planejamento, gestão qualificada e processos construtivos de alto valor agregado, redundando em empreendimentos que, ao longo do tempo, se tornaram referência no segmento imobiliário de alto padrão no Distrito Federal.

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Parque das Castanheiras – 3 suítes – SQNW 102, Setor Noroeste
Parque das Palmeiras – até 02 suítes – SQNW 302, Setor Noroeste
Parque dos Cedros – 4 Suítes – SQNW 306, Setor Noroeste
Parque das Figueiras – 3 Quartos – SQNW 103, Setor Noroeste
Jardins dos Bougainvilles – 2 suítes – SQNW 302, Setor Noroeste
Parque das Gardênias – 4 suítes – SQNW 106, Setor Noroeste
Jardins Azaléias – 4 suítes – SQNW 302, Setor Noroeste
Residencial Topázio – 3 Suítes – SQSW 500, Setor Sudoeste
Residencial Safira – 4 Suítes – SQSW 500, Setor Sudoeste
Residencial Turmalina – 4 Suítes – SQSW 500, Setor Sudoeste
Montana Residencial – 2 e 3 Quartos – QS 5, Águas Claras
Prestige Residence – 2 e 3 Quartos – QI 29, Guará II
Ilha Bela Residence – 3 Quartos – EPTG, Guará I

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